o começo das coisas
Dezoito de julho de dois mil e cinco, segunda-feira, aventuras de um pai-marinheiro-de-primeira-viagem que não sabe como funciona direito esse negócio mas está disposto a fazer direitinho.
Sexta-feira dez de junho de dois mil e cinco, fiz o plano de saúde da Izabela e o meu. Daqui a uma semana, a partir de quarta-feira, vinte e sete de julho deste ano, estaremos cobertos pelo plano e, pelo menos psicologicamente, estarei mais seguro de continuar a viagem.
Mas a história começou mesmo há algum tempo atrás, quando a menstruação da Izabela não vinha mais e ela estava ganhando alguns quilinhos a mais, engordando um pouquinho mais - e olha que foi apenas nas primeiras semanas, se nossos cálculos estão corretos.
Dia vinte e quatro de maio fomos ao laboratório para o exame de gravidez.
Depois de coletarem uma amostrinha do sangue da Izabela, fizeram o teste de quimioluminescência que eu não sei em que consiste, e nem como é feito.
O resultado, dado na unidade mUI/mL, que eu não lembro mais o que significa, vem acompanhado dos seguintes valores de referência:
de 0 a 5 mUI/mL, o resultado é negativo
de 5 a 50 mUI/mL, resultado indeterminado
acima de 50 mUI/mL, resultado positivo (sim, ela está grávida).
e o resultado veio escrito da seguinte forma:
"maior que 1000 mUI/mL", que me fez dizer na mesma hora: Núúú, mas você tá é muito grávida, Bela.
Só depois disso, e já devia ter uns dois ou três meses de gravidez nessa época - nós ainda não sabemos exatamente - é que nós começamos a dar as boas novas. Primeiro pros nossos pais e irmãos, resto da família, embora esta fica sabendo em menos de vinte e quatro horas, como sempre, e depois todo mundo. Claro, também, depois que nossa ficha caiu de verdade.
O mais engraçado, é como todo mundo - muita gente - fica ansioso pra saber se é menino ou menina, se já pensamos num nome, se já começamos a comprar enxoval - aliás só a palavra enxoval eu já acho uma coisa muito engraçada.
Não, não sabemos se é menino ou menina, e nem estamos preocupados em saber. Em algum ultra-som, algum dia, ficaremos sabendo.
Não, não escolhemos nomes ainda. Afinal, nem sabemos se é menino ou menina, não e verdade?
Não, não começamos a compra enxoval. Tanto por não sabermos se é menino ou menina, como por também agora nossas contas estarem sendo cuidadosamente analisadas - muito mais que antes - para que possamos comprar as coisas, pagar plano de saúde, continuar pagando as outras contas de sempre, e mais o que precisar aparecer (resolveu levar vida de gente grande, agora agüenta). Mas tá tudo funcionando bem.
Sexta-feira dez de junho de dois mil e cinco, fiz o plano de saúde da Izabela e o meu. Daqui a uma semana, a partir de quarta-feira, vinte e sete de julho deste ano, estaremos cobertos pelo plano e, pelo menos psicologicamente, estarei mais seguro de continuar a viagem.
Mas a história começou mesmo há algum tempo atrás, quando a menstruação da Izabela não vinha mais e ela estava ganhando alguns quilinhos a mais, engordando um pouquinho mais - e olha que foi apenas nas primeiras semanas, se nossos cálculos estão corretos.
Dia vinte e quatro de maio fomos ao laboratório para o exame de gravidez.
Depois de coletarem uma amostrinha do sangue da Izabela, fizeram o teste de quimioluminescência que eu não sei em que consiste, e nem como é feito.
O resultado, dado na unidade mUI/mL, que eu não lembro mais o que significa, vem acompanhado dos seguintes valores de referência:
de 0 a 5 mUI/mL, o resultado é negativo
de 5 a 50 mUI/mL, resultado indeterminado
acima de 50 mUI/mL, resultado positivo (sim, ela está grávida).
e o resultado veio escrito da seguinte forma:
"maior que 1000 mUI/mL", que me fez dizer na mesma hora: Núúú, mas você tá é muito grávida, Bela.
Só depois disso, e já devia ter uns dois ou três meses de gravidez nessa época - nós ainda não sabemos exatamente - é que nós começamos a dar as boas novas. Primeiro pros nossos pais e irmãos, resto da família, embora esta fica sabendo em menos de vinte e quatro horas, como sempre, e depois todo mundo. Claro, também, depois que nossa ficha caiu de verdade.
O mais engraçado, é como todo mundo - muita gente - fica ansioso pra saber se é menino ou menina, se já pensamos num nome, se já começamos a comprar enxoval - aliás só a palavra enxoval eu já acho uma coisa muito engraçada.
Não, não sabemos se é menino ou menina, e nem estamos preocupados em saber. Em algum ultra-som, algum dia, ficaremos sabendo.
Não, não escolhemos nomes ainda. Afinal, nem sabemos se é menino ou menina, não e verdade?
Não, não começamos a compra enxoval. Tanto por não sabermos se é menino ou menina, como por também agora nossas contas estarem sendo cuidadosamente analisadas - muito mais que antes - para que possamos comprar as coisas, pagar plano de saúde, continuar pagando as outras contas de sempre, e mais o que precisar aparecer (resolveu levar vida de gente grande, agora agüenta). Mas tá tudo funcionando bem.

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