Elogio
Domingo, quatro de junho de dois mil e seis, recebi o elogio mais inspirado que um homem pode receber:
"Durante a gravidez, sempre que eu olhava pra você, torcia pra o Davi nascer com os seus olhos."
Agora que eu vou ser pai de alguém, muitas histórias estranhas certamente esperam por mim, então crio aqui um lugar apropriado para (quase) todas elas.
Domingo, quatro de junho de dois mil e seis, recebi o elogio mais inspirado que um homem pode receber:
A bolsa rompeu as oito da manhã do dia vinte e quatro de dezembro de dois mil e cinco, sendo o número das horas divisor do número do dia, que, por sua vez, é múltiplo do número do mês, doze.
Em primeiro lugar, eu não sou hippie. Além do mais quando eu disse sobre o luxo de andar de carro quando seria melhor que todos andássemos de transporte coletivo, como ônibus, trens ou metrô, ou mesmo táxi eventualmente, quis dizer que a cidade toda funcionaria melhor e isso adiantaria a vida de todos seus cidadãos. Ou vocês acham que os congestionamentos de trinta quilômetros que acontecem semanalmente em São Paulo são devidos aos ônibus ou aos metrôs que a cidade possui? E lembre-se, trinta quilômetros é a distância aproximada do Barreiro a Venda Nova em linha reta!
Ontem, quinta-feira treze de outubro de dois mil e cinco, eu não precisei sair de casa e aproveitei para fazer uma arrumação geral, varrer e passar cera no chão, colocar umas roupas pra lavar, tirar poeira dos móveis, lavar as louças da pia, enfim, arrumar a casa toda. No final da tarde, com a casa praticamente pronta, faltava fazer uma limpeza geral em mim. O que estava faltando fazer era guardar as roupas que eu já tinha recolhido do varal, colocar roupa de cama nova e tal.
A nova série com as coisas que só as crianças são capazes de dizer:
O título deste texto é o nome de uma música do Toquinho que tem letra do Vinícius de Moraes. Quem tem mais de vinte e cinco anos deve se lembrar dos discos intitulados ‘Arca de Noé’, volumes um e dois, lançados no início da década de oitenta (o primeiro em oitenta e o segundo em oitenta e um).
...e lindo! Ultra-som é um negócio muito legal, deu pra ver cada bracinho, cada perninha, a cabeça, a coluna vertebral, as costelas, o fêmur que não mede nem dois centímetros ainda, deu pra ouvir o batimento cardíaco perfeitamente, do caralho, muito empolgante.
Só deu pra escutar a criança dentro da barriga. É muito legal, o maior rock’n’roll dentro da barriga de tanto barulho, parecendo de vez em quando umas ondas fortes, uma maré forte em dia de chuva, um mar de ressaca. (se tivéssemos bebido na véspera eu ia achar mesmo que era ressaca). Mas tem interferência demais e só mais ou menos eu consegui ouvir o coração, mesmo assim sem ter certeza se era o coração mesmo.
Hoje, quinta feira, 28 de julho, às duas da tarde, haverá nova consulta de pré-natal, a primeira através do plano de saúde.
“Nomes indígenas, bíblicos, mitológicos, populares, inclusive nomes afros”. É assim que está escrito na capa da pequena revista vendida em muitas bancas do centro da cidade.
Quando eu era pequeno, sempre gostava de olhar as fotos de família que ficavam guardadas numa caixa.
Não sei se alguém notou mas esse blog ficou um tempão fora do ar.
Sejam bem vindos.